em Saúde e Segurança do Trabalho

Em 2017, as despesas com auxílios- doença por acidente de trabalho no Ceará somaram quase R$ 19 milhões, isso, somente com gastos previdenciários. Os dados são do Ministério Público do Trabalho (MTP). Ao todo foram 4.406 afastamentos no estado, uma redução de 15,5% comparado ao ano anterior. Segundo os pesquisadores, esse número reflete à queda de número de empregados dos últimos anos.

“A ação coordenada do MTP, Superintendência Regional do Trabalho no Ceará e outros órgãos que atuam nessa temática vem buscando a diminuição desses números”, correlata Géorgia Maria Silveira, procurado do MTP.

Segundo representando do setor produtivo, há também uma parcela de acidentes que ocorre devido a negligência por parte dos funcionários que se recuam a utilizar EPIs ou seguir procedimentos de segurança específicos.

Setores mais atingidos

O levantamento feito pelo MTP apontou que as áreas mais afetadas são as de fabricação de calçados, atendimento hospitalar, construção civil e, especialmente, a indústria de produtos alimentícios.

De 2012 à 2017, o Ceará ficou em décimo segundo num ranking nacional de acidentes de trabalho, registrando 52.612 CATs.

Municípios

O maior número de emissões de Comunicações de Acidentes veio foi registrado em Fortaleza. Em seguida aparecem as cidades de Maracanaú, Sobral, Caucaia, Horizonte, Juazeiro do Norte, Eusébio e São Gonçalo do Amarante.

Nos seis anos de estudos e análises, foram registrados cerca de 34 mil auxílios- doença em todo o Estado, gerando, nestes cinco anos, um prejuízo de 260 milhões de reais.

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